Jovens machadenses participam de Planária Final do Parlamento Jovem em BH

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Após um ano de trabalho e diversas propostas apresentadas aconteceu na última sexta-feira, 21, Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Belo Horizonte, a Plenária Final para a aprovação das propostas que serão apresentadas à Comissão de Participação Popular para que possam, após análise, tornar-se lei. Alguns jovens machadenses estiveram no local seja para participar ou acompanhar as votações, eles afirmaram a importância da ação para o crescimento e melhor entendimento da política, além da colaboração efetiva para uma sociedade melhor.
O tema abordado pelos alunos este ano foi “Violência contra a Mulher” e 12 propostas foram aprovadas pelos participantes dos 81 municípios mineiros que fizeram parte das votações.
Estiveram na ocasião o Presidente da Escola do Legislativo, Professor Clayton Magalhães Nery, os Coordenadores do Parlamento Jovem e da Escola do Legislativo, Geovana Signoretti e Aryovaldo Magalhães D’andrea Junior, Assessora de Comunicação da Câmara de Machado, Damiani Rocha, os alunos da E.E Paulina Rigotti de Castro: Ana Carolina Pereira carvalho, Elaine Cristina da Silva, Guilherme Santos Silva, Isabela da Silva Souza e os estudantes da E. E. Iracema Rodrigues: Ana Carolina Teixeira Dias, Ana Flávia Codignole Silva Barra Mansa, Jenifer Sousa Morais.

Confira todas as propostas aprovadas de acordo com as informações da ALMG:
– Subtema 1: Violência doméstica e familiar
Implantação do “Código Lilás” no protocolo de atendimento a vítimas de violência contra a mulher, em toda a rede de saúde e segurança do Estado;
Criação de rede de abrigos para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e seus dependentes;

– Subtema 2: Violência nos espaços institucionais de poder
Aprovação da PEC 16/15, para garantir a participação feminina na Mesa da ALMG;
Manifestação ao Congresso Nacional pedindo a revogação do parágrafo 5º do artigo 10 da Lei 9.263, de 1996, que trata do planejamento familiar;
Implantação do Projeto Luzia, que prevê instalação de postes em todos os locais de baixa luminosidade;
Disponibilização de delegacias móveis especializadas em violência contra a mulher, em municípios que não contam com órgão semelhante;
Criação, facultativa, de comissão em empresas públicas ou privadas para promover atividades sobre violência contra mulher e criação de ouvidorias para facilitar a prova contra assédios;
Pedido de providências à Secretaria de Estado de Segurança Pública para que mulheres trans e travestis cumpram penas em presídios femininos;

– Subtema 3: Violência e assédio sexual
Ampliação de campanhas publicitárias sobre violência contra a mulher e para desmistificar o padrão de perfeição difundido na sociedade;
Implantação do “Parada Segura” nos transportes coletivos do Estado;
Ampliação dos bancos de custódia de DNA nos hospitais que executam exame de corpo de delito;
Divulgação da plataforma “Chega de fiu-fiu”, da organização não governamental feminista Think Olga, que monitora e divulga lugares com relatos de assédio.